Livro: Amor de Capitu
Autor(a): Fernando Sabino
Editora: Editora Ática
Ano: 2008
Páginas: 296
Sinopse: Skoob 
Gênero(s): Romance, Drama Realismo
Avaliação: 


"Amor de Capitu", de Fernando Sabino, foi um dos melhores livros que li este ano. Sabino faz uma releitura do livro "Dom Casmurro" de Machado de Assis e retira a figura do narrador  Bentinho e recria a historia fielmente através da narração em terceira pessoa.
Este livro fez um verdadeiro milagre na minha casa: Minha filha Lara, 15 anos, que não gosta muito de ler e sim de ouvir a mãe lendo para ela, acompanhou toda a história sem reclamar e só por isto ele já vale a nota máxima: 5



Depois de ler ao livro você tem uma ideia formada se Capitu traiu o não Bentinho, o grande mistério da literatura brasileira.
Sabino torna as cenas mais claras e mostra em detalhes trechos do livro onde fica evidente se Capitu traiu ou não Bentinho.

Letícia Persiles e Cesar Cardadeiro são Capitu e Bentinho na fase jovem da minissérie Capitu, da Rede Globo
Vale dizer que em Dom Casmurro, Machado de Assis conta a história de um casal de crianças apaixonado. Bentinho deve ir para o seminário pois a mãe prometeu que ele seria padre. No entanto, ele é apaixonado por Capitu e não quer a vida de celibatário.
No seminário ele faz amizade com Ezequiel, que começa a frequentar a casa da família.
Enfim, Bentinho deixa de ser padre e casa com Capitu, mas a partir deste momento sente que ela o trai com o melhor amigo: Ezequiel.


Na minha opinião, Bentinho é um homem inseguro, egoísta e que quer apenas manipular Capitu.
Ela é realmente dissimulada? Não acredito nesta visão  machadiana. Prefiro achar que Capitu casou e se desiludiu com o marido.
Isto justifica a possível traição? Claro que não, mas quem disse que ela o traiu?



Este mistério talvez nunca seja revelado e que viva para sempre o nosso eterno escritor Machado de Assis.
Vale lembrar, que as fotos postadas são da minissérie da Rede Globo, feita em 17 capítulos, e que foi ao ar em 2008. Capitu, na fase adulta, foi vivida por Maria Fernanda Cândido.

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